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30.5.10

FARMERS MARKET



Estou em Maitland, uma pequena cidade da Florida, grudada em Orlando. Aqui mora minha filha e de vez em quando venho curtir os ares americanos. Hoje, domingo, fomos visitar o Farmers Market, que uma vez por semana (sempre aos domingos), mostra produtos locais em umas poucas barracas armadas em volta de um lago de Maitland.

Como fica em um parque, misturam-se gente grande, gente miuda, aves e cachorros.

No mercado ao ar livre, vende-se de tudo, desde um simples café, a produtos caseiros mais sofisticados.

Algumas vezes, até parece uma feira livre do Brasil, onde se compra de tudo. Na verdade são poucas as barracas de verduras e alimentos não embalados. Coisa de americano, sempre preocupado com higiene e doenças.






Um festival de cachorros de todas as raças, bem educados, pois não latiam nem brigavam. Nos postes um lixo especial e sacos de plasticos para recolher o que eles fizerem.

Ah! Os patos! Muitos deles que junto com as garças comem os bichinhos da grama.
Tem tanto pato no parque que até mereceram um sinal de "Cuidado, patos atravessando" assim como os humanos.
Alem dos patos, flores. Orquideas de todas as cores e com preços bem accessíveis.








Um mercado como esse, precisa de ter um pouco de cada coisa. Jerk, que é uma especie de carne-sêca bem curtida, que serve para botar na boca e ir comendo devagarzinho para matar a fome. Coisa de cowboys. A foto abaixo é a barraca de carne-sêca.

As fotos seguintes mostram milho assado (e aqui nem tem S.João), pão caseiro, mel de diversos tipos (o dono da barraca disse que já havia treinado no Flamengo), e uma simpática vendedora de geleias deliciosas.


            

Nos oculos da morena, um reflexo do ceu com poucas nuvens. Um calor intenso era o prenúncio de uma tempestade que estava para chegar. Decidimos encerrar nosso passeio e voltar para casa.

Depois de tanto tempo é até bom voltar a postar aqui no blog. Com as obrigações já quase resolvidas, até sobra um tempinho para fotografar um pouco com a nova Canon T2i que comprei. Depois de tantos anos me separei por uns tempos da Nikon. O resultado tem sido bom. Julguem vocês mesmos.
Uma boa semana.
mms



14.5.10

VOLTO EM BREVE

A proxima entrada neste blog será dos States.
Aguardem...
abraços
mms

30.4.10

AMANHECER

Sono agitado e eis que desperto às 5 da manhã, com raios de luz atravessando as frestas da janela e iluminando a escuridão do quarto. Levanto devagar, ainda meio sonolento e vou espiar pelo canto da janela. Descubro que não sou apenas eu a me levantar tão cedo. No horizonte, um sol preguiçoso reluta em aparecer apesar de refletir nas nuvens uma prévia do novo dia.


Espalhafatoso, derrama amarelo no ceu onde nuvens cor de rosa teimam em não ficar brancas e sem cor.
Como enormes esqueletos em silhueta, os predios criam formas curiosas no horizonte.

Aos poucos, o sol vai mostrando sua forma em um forte amarelo, anunciando que irá reinar durante todo o dia. O azul do ceu prepara-se para recebê-lo e oferecer espaço para o grande espetáculo da natureza.

A essa altura, o astro-rei já está alto, clareando a terra, o mar, pessoas e animais.
Desaparece o amarelo para dar lugar ao azul que irá se refletir no mar.
Da minha janela, vejo tudo isso e fico a imaginar porque o ser humano consegue fazer tanta maldade, quando somos sempre premiados com espetáculos que nem esse.
Volto para a cama e tento dormir novamente. Apenas cochilo e viajo em pensamento para um lugar mais tranquilo, onde reside a paz.
Esse lugar só existe nos sonhos.
Acordo novamente e vou para a janela olhar o mar, como faço todos os dias pela manhã.
Desta vez uma surprêsa!

Nuvens  aparecem e se refletem criando faixas de vários tons no mar.
Um estranho cinza no horizonte parece resistir na paisagem.
Mistérios da natureza!
Abro a janela e em mais um dia, continuo a viver.

mm salles  Abril 2010

20.4.10

DECOLAGEM

Tem momentos em que a sorte nos ajuda. Estar no lugar certo e no momento certo é uma coisa fácil de acontecer, porém ter à mão a camera fotográfica pronta para disparar é bem mais difícil.
Essas duas fotos, tiradas na Patagônia Chilena, quando iamos para Frutilar, é um exemplo disso.


Turma reunida para pesca, gaivotas e pelicanos saboreavam seu almoço de peixes, quando de repente,
as enormes asas de um pelicano se abrem e iniciam o processo de decolagem no mar. Como os antigos hidroaviões, é preciso uma velocidade certa para poder sair do mar e alçar vôo.



Já no ar, o problema agora é subir até que as correntes aéreas possam ajudar na viagem.
Ah, como invejo os pelicanos!

mmsalles Abril 2010